Depois do Sérgio Naya, mais um político corrupto vai pro saco. Celso Pitta nos deixou depois de uita polêmica envolvendo sua vida pública.
Como prefeito de Sampa, Pitta herdou do Paulo Maluf todos os compromissos. Mas não era iddo que o povo esperava. Corrupção, Máfia dos Precatórios, Máfia dos Fiscais, prisões, não-conclusão do Fura-Fila, fizeram a cabeça do Pitta. Culpa da sua ex-esposa, que denunciou tudo e sujou a imagem dele.
Eu nunca fui com a cara dele. Como Maluf disse: "se o pitta não for um bom prefeito, NUNCA mais votem em mim". Maluf nunca mais conseguiu se reeleger a algum cargo público, a não ser para deputado federal.
Mas o fantasma do Pitta vai assombrá-lo. Disso eu tenho certeza.
Não sou entusiasta por futebol. Muito menos em crônica esportiva que só sabe abrir polêmicas falsas. Mas quero fazer um desabafo como torcedor do Sociedade Esportiva Palmeiras. Que de Glorioso não tem mais.
Nos últimos jogos,o Verdão bem que tentou manter a liderança da Copa Edilson Pereira. Porem, as táticas do Burricy não estão surtindo efeito. Até mesmo as lambanças da arbitragem prejudicaram o sonho do quinto título do clube. não dá! Deviam ter mantido o Wagner Love Fan na geladeira.
Agora, o PIOR estava por vir. Perderam a chance de ser líder, de novo, por causa do mau futebol. Obina e Mauricio Ramos não deviam ter feito o que muitos palmeirenses esperavam ver.
Com um negócio desses, só posso ficar puto. E o pior não é só isso: Obina e Mauricio Ramos não vão vestir mais a camisa do Palmeiras. E o Belluzo ainda tá de molho por 9 meses.
Eu acho que o STJD quer beneficiar o Tricolor de Rosa e prejudicar a todos os clubes. Não aguento mais ver meu clube ser roubado desse jeito. É muita humilhação para um só torcedor.
Decidi que vou desistir de torcer para o Palmeiras por tempo indeterminado. Me perdoem! Esse é o desabafo de um torcedor humilhado.

Há inúmeras bandas em que o contato com o público é imediato. no caso do Hatebreed, não é diferente. Formada em Massachuetts (EUA) por Jamey Jasta (v), Sean Martin e Frank "3 Gun" Movinec (g), Chris Beattie (bx) e Matt Byrne (bt) registram toda essa interação em Detroit, no DVd Live Dominance.
Ainda divulgando o último álbum Supremacy (2007), o Hatebreed mostra porque é uma das bandas mais brutais da atualidade. Músicas como This Is Now, Beholder Of Justice, Straight To Your Face, Destroy Everything, Facing What Consumes You e Live For This são um real convite à stage Dying, moshs e rodas homéricas. No meio do show, um dos caras da platéia aparece com o olho machucado.
O massacre termina com I Will Be Heard. O DVD também tem extras, com algumas partes de shows que a banda gravou. Não à toa que Jasta é um frontman de atitude. Ele canta, grita, corre, faz discursos...
Se os seus DVDs estão chatos, pegue esse Live Dominance e prepare seus pescoços. Destroy... Everything!

No ano passado, comentei tudo sobre o Soulfly e o Cavalera Conspiracy. O disco que marcou a volta dos irmãos Max e Igor remete aos tempos áureos do Sepultura (Fase Arise até Roots). Já o Soulfly foi sobre o DVd que conta a fase de Max pós-Sepultura, desde o primeiro disco até Prophecy, antecipando as mudanças que iriam acontecer.
Após Dark Ages (2005), Max Cavalera (v/g), Marc Rizzo (g), Bobby Burns (bx) e Joe Nunez (bt) investem num Death, Thrash e Hardcore e gravam Conquer. É aí que Max Possessed reencarna e vocifera como nunca.
Blood Fire War Hate abre a bolacha, de forma épica. David Vincent (Morbid Angel) empresta seus guturais para cantar esse hino de guerra. Outro que também dá uma canja de sangue com Max é Dave Peters (Throwdown) em Unleash, no qual Marc Rizzo dá um show de técnica.
A fase Arise/Chaos A.D. também está presente em Paranoia, Warmageddon, For Those About to Rot (não confundam com akela do AC/DC), Enemy Ghost, Doom e Fall os Sycophants.
O CD fecha com Soulfly IV, mantendo o clima dos anteriores, mostrando uma versatilidade musical soberba.
Tire suas conclusões e ouça Conquer. Se Max Cavalera sonha mesmo voltar ao Sepultura, quem somos nós para recusar? Scream, Muthafucka! DOOM!

Eu poderia fazer um capítulo sobre esse disco do Metallica. Depois de três pisadas na bola (m]não quero falar os nomes doa álbuns!), euma ajuda de um psicanalista, James Hetfield (v/g), Lars Ulrich (bt), Kirk Hammet (g) e Rob Trujillo (bx) chutaram o produtor Bob Rock e recrutaram Rick Rubin (leia-se: Slayer, AC/DC, System Of A Down,Slipknot, Johnny Cash, Red Hot Chilli Peppers, Beastie Boys, Linkin' Park, Audioslave, Rage Against The Machine) para produzir Death Magnetic.
Comentar o apagão do bom e velho Metallica duraria uma eternidade. Desde o "Black Album" que a banda não grava nada que lembre os bons tempos. Nos últimos anos Lars Ulrich declarou guerra contra a internet, para a proibição de download ilegal de suas músicas. Hetfield se internou numa clínica para parar de beber.Jason Newsted saiu do Metallica por não ter espaço para sededicar à outros projetos.
Fora isso, todas as turbulências que rondaram a cabeça dos integrantes fora passado para trás.E Death Magnetic é, sem sombra de dúvida,o melhor álbum gravado em anos. Diferentemente do St. Anger (com a colaboração do Bob Rock tocando baixo antes de Trujillo), todos colaboraram na composição das músicas. Hetfiel explorou a morte para criar as letras. Como o próprio nome diz, todos somos atraídos para a morte como um imãmagnético.
Até a capa segue à risca o conceito, mostrando um caixão com as ondas magnéticas. E as músicas? Uma paulada atrás da outra.
That Was Just Your Life abre com as batidas do coração e a banda mostra que está detonando tudo com seus riffs e batidas certeiras. Aliás, Lars voltou a TOCAR BATERIA, no melhor sentido literal da coisa. Hetfield explode tudo com seu vocal. O mesmo vale para The End Of The Line. Sensacional o trabalho de guitarras.
Já a minha predileta é Broken, Beat & Scarred. É riff, é batida, é refrão de levantar os punhos. Du caralho essa música. Tem ecos de Kill Em' All (nada de comparar essa música com o primeiro álbum!). Já o lado melancólico ficou para The Day That Never Comes. Assim como Fade To Black, Sanitariume One, essamúsica entra com um clima sombrio para, a seguir, enfiar o peso e prolongá-la até o final. Destaque para o solo de Kirk, que está inspirado nesse CD.
Outros destaques ficam para All Nightmare Long, Cyanide e The Judas Kiss. Todas bem compostas. Mas a primeira é o destaque desse disco. Dá vontade de quebrar tudo e pogar como louco. The Unforgivem III é a continuação da música,iniciada no Black Album. Começa com um piano e toques orquestrados. Boafaixa. Parece tema de filme de cowboy.
Suicide & Redemption é o retorno do Metallica compor faixas instrumentais. Excelente. My Apocalypse termina a pedrada no melhor estilo Thrash Metal.
Não é um disco clássico comoMaster Of Puppets, mas tá valendo. Que eles venham ao Brasil e não decepcionam!