
Devo compreender que fiquei perplexo com a qualidade do Master Of Puppets. Não é à toa que esse registro foi considerado pelos fãs como o melhor disco do Metallica e um dos melhores do Metal. Assim como Ride The Lightning, a banda contou mais uma com Flemming Rasmussen na produção e Michael Wagener na mixagem. O disco foi gravado em Copenhagen (DIN) entre setembro e dezembro de 1985 e lançado em 21 de fevereiro de 1986, numa época em que lançaram para o mercado metálico discos como o Reign In Blood (Slayer), Somewhere In Time (Iron Maiden), 5150 (Van Halen), The Ultimate Sin (Ozzy Osbourne), Orgasmatron (Motörhead), entre outros que não vou colocar aqui, pois o espaço é restrito. Mas eses álbums conquistaram muito os headbangers de todo o mundo.
Voltando ao Master Of Puppets, a faixa que introduz é Battery, com um belo arranjo acústico no começo, seguindo com uma avalanche de bases "riffeiras". Uma ótima música que poderia combinar com corridas de carro. Depois, a faixa-título, com um excelente riff e linhas de bateria cadenciadas. Vale uma curiosidade: o álbum todo seria um tema conceitual, sobre as pessoas que não conseguem agir por si só e que se tornam pessoas manipuladas pelo "mestre dos fantoches". Outra faixa, The Thing That Should Not Be, investem no "Lovecraft Mythos", um termo criado pelo escritor August Derleth para descrever os temas, principais características e elementos nos trabalhos do escritor de livros de ficção científica, horror e fantasia Howard Phillips Lovecraft, após sua morte em 1937. Welcome Home (Sanitarium) segue a mesma risca do Fade To Black. Uma balada bem composta. Disposable Heroes foge um pouco do tema principal do disco, mas tem tudo a ver com a capa do CD. Se repararem, vão ver um capacete num túmulo no canto direito do cemitério militar, formado por soldados mortos em combate, manipulados pelo mestre dos fantoches da segunda música. Como podem ver, o CD se mistura com o passar das músicas. Leper Messiah também se compara com a faixa-título, pois comenta a manipulação da religião. Em termos de som, ambas as citadas são explosivas. Orion Bem que poderia ser colocada num filme de guerra, pois ela é perfeita. Um grande trabalho desse eterno baixista Cliff Burton. O tema instrumental fala sobre um titã da mitologia grega que foi morto pela princesa Artemis. Para terminar, Damage Inc. encera o tema dando um recado de não-conformismo, com todos cortando as cordas do mestre dos fantoches.
Um grande trabalho executado por James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammet e, principalmente, Cliff Burton, que se despediu de sua vida devido a um acidente de ônibus em Estocolmo (SUE), durante uma turnê ao lado do Anthrax. Para o seu funeral, a banda tocou Orion em sua homenagem.
Master Of Puppets vendeu seis milhões de cópias nos EUA, alcançando a posição 29 da Billboard.
Confira a versão que o Machine Head fez para Battery:
No Clube da Criança. Na época em que Angélica era vírgem!
Fique de olho, Luciano Huck!
Para o casal Pedro e Hadil Pellegrino
Para o meu brother Pedro Pellegrino
Semana passada, comprei a edição 100 (em letras de ouro!) da revista Roadie Crew. Quase todos já sabem (ou não!), sou fã dessa, que é a principal revista de Heavy Metal do Brasil. Melhor que akela Rock Brigade. Essa edição foi especial, começando com a história da criação, sob o lápis de Márcio Baraldi (Quadrinhista Roko-Loko!), daí vem a versão do Aírton Diniz (Dá-lhe Peixe!), contando sobre a criação da revista, as mudanças da equipe, até a consagração de ser um dos principais veículos em prol do Metal, divulgando as bandas nacionais e acompanhar os maiores festivais do mundo.
A maior atração da revista foi a escolha dos 100 clássicos álbuns (tds em ordem cronologica!) do Metal e Classic Rock. Começanco com o primeiro álbum do Black Sabbath. Sobre essa lista eu preciso ser franco: tudo bem que foi uma escolha da redação indicar apenas (eu dise: APENAS!) 100 discos; seja pessoal ou por difícil escolha, mas eu acho que estava faltando falar de Napalm Death, algo mais do Sepultura, Deicide, enfim! Pelo menos não colocaram nada de New Metal ou Emo, senão eu não compraria.

Outro destaque foi o Blind Ear do Roosevelt, líder do Stress, primeira banda de Metal Brazuca. O mais importante é conhecer, a fundo, sobre como se originou o termo Heavy Metal no mundo; a história do maior Showman do Rock Freddie Mercury; Como Earth mudou para Black Sabbath; a entrevista do Marcus do Claustrofobia.
Bem essa centésima ediçao da Roadie Crew foi o maior destaque. Esperamos que faça mais edições e que façam mais uma lista de tantos álbuns que coroam o Heavy Metal Mundial.
Parabéns a toda a equipe dessa revista. Vocês mudaram minha forma de ver a música!
O Baixinho canta muuuuuito!
Nós, cidadãos paulistanos, nos deparamos com várias situações inusitadas, como assalto a bancos, furtos em praça pública, acidentes de trabalho, entre outras. Mas, há uma cena em que vemos acontecer diariamente, porém ninguém toma qualquer tipo de providência.
Vamos exemplificar: digamos que você sai de casa e pega um ônibus, rumo ao trampo ou a facul, e senta em um de seus lugares de preferência. Daí, o ônibus pára e vemos um rapaz sujo e mal-vestido, SEM DINHEIRO, ainda por cima pedindo ao cobrador para PASSAR POR BAIXO DA CATRACA. O cobrador tenta (veja bem, tenta!) recusar o pedido, mas muda de idéia e o infeliz passa por baixo.
Vários passageiros, como eu, presenciamos isso todo santo dia. Tanto na ida quanto na volta. Só que na voltaé ainda pior: ao invés de um, são vários rapazes, que não têm consciência do que fazem. Nós que chegamos cansados depois de uma rotina corrida, merecemos chegar em casa, sem qualquer problema.
Essa coisa de ver jovens passarem por baixo da catraca de ônibus sempre acontece, mas nenhum cidadão toma providência. Nem os cobradores e motoristas dizem nada. As empresas de ônibus precisam instalar câmeras escondidas para alertá-las sobre esse ocorrido. Se um desses "passageiros" chegassem armados, drogados, achando que a vida é um filme?
Nós, cidadãos, iremos ver tudo isso passando por baixo dos nossos narizes.
Seek And Destroy
Foram 5 dias de fé que São Paulo nunca esuqcerá. A visita do Papa Bento XVI à terra da garoa foi calma e normal, após um ano em que a maior cidade da América Latina enfrentou um dia violento cheio de acidentes, mortes, assaltos, crimes por todo o lado. São Paulo se transformou num Iraque.
A Vossa Santidade não viu nada disso. Ainda bem que lá no Vaticano não têm nada violento, como em Israel, onde o bicho pega com o passar dos anos. Bento XVI foi o assunto em todo o que há em nossa volta.
Sua hospedagem no Mosteiro São Bento, a visita ao Pacaembu (bem que o Galvão Bueno poderia narrar essa visita!), a canonização do São Frei Galvão (ou melhor, Santo Antônio de Sant'Anna Galvão), missa em Aparecida. TUDO!
O Papa não fez nada mal em Sampa, a não ser quebrar vários protocolos, como falar mal do aborto, das drogas, do segundo casamento. Esperamos que o pontífice venha mais vezes para abençoar, ainda mais, a religião brasileira.
Symphony Of Destruction
CHUPA BIBAS DO CARAIO!!!!!
Mais um fora de VCS, Úia!!!!!!!

O Papa Bento XVI veio ao Brasil. E agora? O que faremos? Será que estamos condenados a serem apenas cordeirinhos de gente sem escrúpulos? Como será o nosso país, o maior país católico do mundo, com o crescimento da religião crente?
Olha, sei que sou católico e gosto ainda mais do João Paulo II, mas o que vou dizer sobre o Bento XVI vcs procurem me entender.
Eu nunca fui com a kra do Cardeal Ratzinger, desde que ele assumiu o papado. Na verdade, quando soube que ele foi soldado do exército nazista, eu fikei com akela desconfiança de que o mundo todo vai mudar com a presença dele.
Vamos esperar para ver se ele irá abordar temas que põem em questão os valores religiosos.
Para os Brothers Pedro Pellegrino e Maléfico Porpeta

Morreu um importante político, para a comoção de uma nação. Que as podridões políticas sejam exterminadas por pessoas que possuem a mesma ética que o Dr. Enéias teve! Com ou sem barba!